Capitalismo digital, da reificação ao antagonismo da resistência na sala de aula
A theoretical review
DOI:
https://doi.org/10.38128/cienciayfilosofa.v13i14.102Palavras-chave:
capitalismo digital, reificação, antagonismo, resistênciaResumo
A partir de uma perspectiva de teoria crítica, este relatório acadêmico analisa o conceito de capitalismo digital, aplicado ao ensino médio superior, à luz das reformas educacionais implementadas no México nos últimos sete anos. A pesquisa revisa teorias atuais que apoiam ou invalidam reformas educacionais baseadas em uma pluralidade de posições antropológicas voltadas para a aprendizagem e o ensino. Estabelece-se a seguinte hipótese: os produtos educacionais digitais não apenas levam à especialização, segmentação e exclusão de competências humanas, mas também orientam e direcionam as condições de conhecimento nos sistemas educacionais. Conclui-se que há razões para pensar em uma mudança de um modelo educacional heterônomo que levava ao cuidado pelo cânone circular - indutivo-dedutivo/dedutivo-indutivo - para um modelo de interconexão fundamental (mais de dois links de computador) e oralidade primária (menos de 100 substantivos) que se afasta da alfabetização tradicional onde se presumia que a palavra escrita levava à regulação da sociedade, ou seja, que o trabalho de geração de conhecimento se tornou evanescente, e em vez disso, a educação completa os conteúdos para desenvolver habilidades especializadas que abrangem um mercado de trabalho específico.
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