Sobre a Revista
Objetivo da revista
Promover artigos acadêmicos de perspectiva multidisciplinar, com periodicidade de seis meses, de acesso aberto que vincule o conhecimento, as práticas docentes e de investigação, atendendo às necessidades da Universidade Autônoma do Estado do México para validar, atualizar e padronizar a produção investigativa e de formação acadêmica e impulsionar vocações científicas e humanistas em leitores jovens e cidadãos. Recebemos contribuições de diferentes universidades, institutos e centros de estudo de diversas partes da região da América Latina, a arbitragem é dupla.
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Justificação
Inscrevemo-nos nas práticas editoriais de cultura científica e de investigação.
Antes da implementação de projetos de impacto social desenvolvidos pelos subsistemas de educação Media, Superior e posgrado e antes da revista acadêmico-científica que publicam em acesso aberto, Ciência e Filosofia | Revista Académica oferece seus serviços sem custo para que estudantes, docentes, investigadores e decisores de políticas públicas no conhecimento semestralmente seus resultados de investigação.
Para isso, adote uma linha de ação que consiste em abordar as ferramentas tecnológicas, o conteúdo e a concepção sobre o que é a cultura científica no campo educativo e os resultados da investigação acadêmica dos estudos sociais da ciência e da tecnologia com uma abordagem de ciência, tecnologia e sociedade.
Por isso, é imprescindível a «flexibilidad interpretativa» para resolver controvérsias tecnocientíficas na aula, para apreciar a relevância do incertidumbre e os supostos valores e, em geral, isso implica levar em conta as posturas filosóficas para transmitir a sabedoria de que a ciência não fala com uma só voz, sino que com a introdução de categorias chaves como a bibliodiversidade se permitem que novos agentes desenvolvam práticas democráticas de acesso ao conhecimento em instituições que ainda não foram consolidadas em acesso aberto, e são decir que suas práticas de investigação exigem uma rota multidisciplinar validada por instituições consolidadas nos programas nacionais de investigação.
Portanto, antes desta situação, você recorre a serviços editoriais para instituições em desenvolvimento para adquirir uma cultura científica e investigativa com a colaboração de instituições e agentes de transformação para que se beneficie da infraestrutura desenvolvida pelos colaboradores especialistas.
Com a paixão unimos os saberes e a criatividade surgida da prática transdisciplinar e os pomos ao serviço dos projetos de impacto social que exigem ser comunicados a partir de uma perspectiva da cultura científica e investigativa.
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Histórico da revista
Primeiro foi Peras.
Um grupo de testes de pré-requisito e pós-graduação e pesquisadores de universidades públicas do México, trata de temas de Humanidades no que se relaciona com a razão e com a vontade. Em 1917, foi lançada uma revista chamada Peras (πέρας) perteneciente à família Open Journal System (OJS).
Com base no postulado, segundo o qual, assim como a razão, ele perseguiu seu processo fenomenológico para definir os estratos de conhecimento: percepção, intuição e, finalmente, a abstração, da mesma forma, a vontade de ser perseguir seu processo fenomenológico para conformar um conhecimento que é contado sobre os discursos e as práticas sobre o limite em marcos globais de violência, migração, injustiça, autoritarismo estatal e não estatal.
Para aprender a tarefa de divulgação dos resultados da investigação (artigo de revisão), a equipe de colaboradores começou a desenvolver um Seminário de Investigação sobre “Excessos de violência no México”. Nesse seminário foi adotado um conceito que englobava uma ideologia em oposição à violência, um conceito que tinha raiz filosófica e que implicava uma ética antes do conhecimento da ação violenta, assim como surgiu a ideia de uma palavra de origem grega (πέρας) que significa limite; denota um limite de uma realidade ou de um processo, mas também esta palavra é usada para marcar um extremo, um final ou conclusão de uma época, de uma forma de raciocínio e o início de outro. Seus objetos de conhecimento são a violência, o cânone, a convenção, a ordem, o direito, a barreira, a história, o progresso e o capital.
Existem dois tipos de limite: limite sagrado e limite secular, ambas condições ontológicas de limite criadas paradojas onde aparece uma violência fundadora que marca um novo procedimento


